Pois saiba que eu só estou de passagem.
Como pude ser incongruente, a ponto de ano passado, aqui, nada relatar.
Sigo solo, com meus pedaços colados, nadando em meu proprio narcismo, afogando me em meio a tanta prata e ouro.
Onde irei acabar?
Sob a luz magnifica da lua de abril, me perco entre tantos desvaneios.
Mais um aniversario se aproxima, junto dele mais e mais fracassos no amor.
De que adianta ter tudo e não sentir nada?
De que adianta eu me prevalecer entre tantos, se durante a penumbra, somente eu estou para meu proprio socorro. As pessoas estão vazias, e eu preciso de seres nada rasos, gosto de adentrar profundamente entre mundos aleatorios de pessoas vans.
Por fim digo, estou em paz, sigo grato e paciente, almejando sempre o amor, a comunhào e fraternidade universal.
Que o verde sagrado eleve sua alma, para as noites de ceu avermelhado.
Com amor Mac